augusto farias de lima

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Poema

Lua cheia

Noitelua cheia1 min

O frio irradiando de um rosto conhecido certamente me abate com perguntas profundas
Onde errei?
Não o protegi?
Não o amei?
A real é que talvez tudo seja por nada
Se meus olhos fecharem, o que restará?
Cada segundo de minha vida, perdido
Num último suspiro, percebo
Depreciação não pode parar minha morte
Então não permito minha vida ser alvo
Se for por nós, continuarei
Sem secar as lágrimas, continua observando, o olho
Veja o quão resiliente é minha tenacidade

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