augusto farias de lima

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Poema

Borboleta Negra

1 min

Cada estrada tem sua placa
De alguma forma, me vejo perdido
Cheia de bifurcações , meu caminho concebido
Não sei dizer onde isso foi prescrito
Em meio a penumbra, vejo luzes
Meus olhos projetam sombras
Vizinhas de mente e alma
Algumas dançam e riem
Também conheço quem pede por mais pílulas
Tomam de mim a agência
Sou quem ouvirá minhas últimas palavras
Que te amo, não resta dúvida
Poderá dizer o mesmo, um dia?
Quanto mais corro, mais volto para a mesma
trilha
Não sei fugir de mim

Aleatório
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