O prisioneiro vagante
Assim como a brasa é imaterial
Sua beleza é intocável
Enquanto você chora de paixão
Fico imóvel, sangue dos pulsos pelo chão
Do maço usado, não tem conhecimento
Saber só do drinque é benção
Encontrar minha alma gêmea?
Vida, sequer reconheço minha essência
Se eu não tentei ou vi tudo, não posso reclamar?
Mas dói. Dói demais.
Não me diga cortar membros
Não posso me remontar sozinho
Suas palavras não atingem quem não tem ouvidos para ouvir
E quem encontra conforto na dor da solidão…
Pois é, querida, estes não poderá salva-los de si mesmos